Afrimakers Portuguese

Ajude os ‘makers’ da África a implantarem projetos sustentáveis e utilizarem a abordagem ‘maker’ para resolver desafios de suas comunidades e criar um circuito de troca de experiências e ‘melhores práticas’ entre comunidades.

Afrimakers

Ajude os ‘makers’ da África a implantarem projetos sustentáveis e utilizarem a abordagem ‘maker’ para resolver desafios de suas comunidades e criar um circuito de troca de experiências e ‘melhores práticas’ entre comunidades.

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7 Hubs na África

A Africamakers vai realizar uma série de workshops ‘makers’ na África. Esses workshops serão focados nos desafios locais de 7 países (possivelmente Quênia, Tanzânia, África do Sul, Zâmbia, Gana, Nigéria e Egito) e fomos solicitados para ir lá treinar as equipes que trabalharão com jovens e crianças africanas. 

14 kits maker

Cada um dos sete hubs irá receber uma caixa de ferramentas makers da HacKidemia e recrutará um grupo local que será treinado pela equipe da HacKidemia para organizar e conduzir workshops práticos (hands-on) em escolas públicas e privadas.

40 bolsas de estudo/tecnologia maker

Bolsas de estudo/tecnologia serão oferecidas para os membros de cada time, para que treinem outros grupos e desenvolvam comunidades makers na região e em países próximos. A ideia do projeto é plantar a semente da transformação local a partir do empreendedorismo social, da fabricação digital e da colaboração regional.

O que há na caixa?

  • 4 Arduinos, 2 Makey-Makeys e 1 Raspberry Pie;
  • um kit introdutório de RFID;
  • um kit de soldagem que servirá para reformar ou construir eletrônicos;
  • 5 sensores de humidade e temperatura;
  • 2 sensores de pressão/contato, 1 sensor de detecção de cores e 1 detector de monóxido de carbono;
  • um módulo de câmera;
  • uma suporte do tipo “terceira mão”;
  • toneladas de dispositivos como LEDs, cabos, baterias, placas de ensaios (bread boards), fita conectora, pinças, tesouras e garras jacaré;
  • e um monte de outras coisas!

Peça ou doe a caixa aqui

Como tudo começou..

Este ano a Hackidemia organizou uma série de workshops maker dentro do ‘Global Innovation Lounge’, durante a Conferência Re:publica, realizada em Berlin, que reuniu mais de 20 hubs maker no mundo. Participaram hubs do Brasil, Indonésia, Filipinas e de 19 países da África (Cameroon, iLab da Libéria, iHub do Quênia etc.).
Depois do workshop, os participantes pediram que ajudássemos eles a envolver jovens de seus países em eventos makers e projetos hands-on. Como queríamos construir algo sustentável, que fosse adequado ao contexto e às necessidades locais e pudesse crescer ao longo do tempo, decidimos em conjunto fazer o Africamakers. Veja aqui mais detalhes sobre como tudo começou.

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Group picture @Global Innovation Lounge Re: publica

Group picture @Global Innovation Lounge Re: publica

O que dizem as equipes na África?

Nós estamos ensinando as pessoas a programar, mas nós também entendemos que essa não é a ‘bale de prata’ que irá resolver todos os nossos problemas. Você pode criar o software, mas infelizmente muitas pessoas neste País ainda não tem acesso ao hardware... isso faz você começar a pensar sobre o que poderia ser uma possível solução holística para muitos de nossos problemas. [...] Você tem que ver a situação geral e compreender os muitos aspectos que precisam ser tratados para que se chegue a uma solução
— Lukonga Lindunda, fundador do Bongohive, um centro de tecnologia e inovação na Zâmbia
Veja a história sobre como encontramos Lukonga e como surgiu a ideia do Africamakers

Veja a história sobre como encontramos Lukonga e como surgiu a ideia do Africamakers

Minha meta para os workshops é incutir permanentemente a cultura maker em muitos jovens nigerianos. Eu espero que possamos treinar mais de 1000 jovens nigerianos até o final de 2014, de forma que eles possam criar dezenas de soluções inovadoras e de baixo custo tais como sistemas inteligentes de controle de iluminação, iluminação solar, purificadores de água etc.; isto é, problemas nigerianos. Outra meta que tenho é fazer com que os participantes aprendam e construam dispositivos que incorporem maciçamente itens reciclados e lixo eletrônico não tóxico, de forma a reduzir custos.
— Olamide Oladeji, 20 anos, ‘Embaixador Google’ in Universities in NIgeria
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